Um pouco da História de Garabandal

No ano passado realizamos varias viagens pelo mundo, acompanhando nossos grupos de Turismo Religioso, conhecendo culturas diversas e histórias fantásticas, isso nos alegrou muito e também nos motivou a pesquisar e conhecer novas histórias que embora pouco conhecidas, são muito interessantes e que vale apena compartilhar, como a história de Garabandal.

San Sebastián de Garabandal (São Sebastião de Garabandal em português) mas, tradicionalmente chamada apenas de Garabandal, é uma aldeia rural situada na montanha de Peña Sagra, na região norte de Espanha. a 600 metros de altitude, Garabandal fica a cerca de 55 km da capital cantábrica, Santander e aproximadamente 400 km da capital espanhola Madrid.

APARIÇÃO DO ANJO SÃO MIGUEL

Em muitas Aparições de Nossa Senhora, os Anjos antecedem como uma preparação, em Fátima ocorreu da mesma forma, segundo a história de Garabandal em 18 de junho de 1961 num domingo ao fim da tarde houve a primeira aparição do Anjo em Garabandal a quatro meninas: Maria Concepción González (Conchita), Jacinta González, Maria Dolores Mazón (Loli) e Maria Cruz González Garrido. As jovenzinhas ficaram muito assustadas e correram em direção a igreja da aldeia. Durante os 12 dias seguintes o anjo apareceu mais 8 vezes e no dia primeiro de julho, falou-lhes pela primeira vez:

“Sabem vocês para que vim? Perguntou o anjo, “Vim para lhes anunciar que amanhã, Domingo, a Virgem Maria lhes aparecerá como Nossa Senhora do Monte Carmelo”.

APARIÇÃO DE NOSSA SENHORA

A primeira Aparição de Nossa Senhora ocorreu em 02 de julho de 1961 conforme o anjo havia dito enquanto elas caminhavam rezando o terço, dirigindo-se ao local da visão do Anjo, já acompanhadas por uma pequena multidão de pessoas do vilarejo. As aparições ocorreram durante quatro anos (1961 a 1965).

FENÔMENOS PARANORMAIS

Estas aparições celestes constituíram um dos fenômenos paranormais mais extraordinários do final do século XX, com direito a quedas em êxtase por parte das videntes, comunhões eucarísticas milagrosas, entre outros eventos, e ainda foram testemunhadas por milhares de pessoas e registadas em fotografia e gravações de vídeo.

Mari Cruz, Jacinta, Mari Loli e Conchita

A IGREJA

A Igreja Católica sempre esteve bastante atenta aos acontecimentos ocorridos em Garabandal. A principal vidente, Conchita Gonzalez, por exemplo, foi notificada para comparecer em Roma duas vezes. Na primeira vez, em 1966 foi convocada pelo Cardeal Alfredo Ottaviani, Perfeito do Santo Ofício (agora chamada Congregação para a Doutrina da Fé), o qual a interrogou na presença de outros membros dessa alta instância eclesiástica. Durante essa visita ao Vaticano, Conchita foi ainda convidada para uma audiência privada com o Papa Paulo VI que lhe dirigiu estas palavras:

“Eu te abençoo, Conchita, e comigo te abençoa toda a Igreja.”

Comentários

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One Response to Um pouco da História de Garabandal

  1. jOAQUIM bRÁS gOMES disse:

    Peregrinação a Garabandal: 6 e 7/10/2012

    Chegamos a Garabandal pelas três horas da tarde: a hora da Divina Misericórdia.
    Ficamos hospedados num pequeno quarto propriedade da Dona Maximina, tia da vidente Conchita. È talvez o quarto mais humilde que existe em Garabandal. De tamanho reduzido. Apenas cabia uma cama de corpo e meio, justa para nos aconchegar, numa noite que iria ser curta para nós; uma pequena mesa e uma cadeira, e penso que um prego, espetado na parede, que servia de cabide… Tinha uma pequena casa de banho na qual existia apenas a sanita e o lavatório, e sem chuveiro.
    Achamos estranho terem-nos metido num quarto que nem para tomar banho dava. Mas estávamos, enfim no Garabandal, para realizar um sonho de anos, e isso nos trazia um profundo sentimento de felicidade. Num primeiro momento imaginei que nos meterem neste quarto por manifesta desconsideração, em relação aos outros peregrinos…
    Visto que em Setembro ainda está muito calor, no Garabandal, e como chegamos transpirados: “sonhávamos” tomar um duche fresco, á chegada, mas não foi possível. Graças a Deus, que a nossa deceção, logo se converteu em Acão de Graças, por termos sido considerados os “últimos”, nesta peregrinação. « Assim, os últimos serão os primeiros e os primeiros serão os últimos. Porque muitos são chamados e poucos escolhidos» (Mt 20, 16). Este tratamento nos garantia, que nesta peregrinação, seriamos os primeiros… Já no quarto e antes de dormir rezamos pelas intenções da Vidente Conchita e de sua tia Dona Maximina…
    Como havia muita gente, a chegar ao povoado do Garabandal, e os quartos disponíveis seriam certamente poucos, em todo o povoado, agradecemos duplamente a Deus : pela simplicidade do alojamento que nos atribuíram, pois seria, certamente, muito semelhante aos bons quartos ao tempo das Aparições; e agradecemos a Deus, pelo menos com este quarto, nos era dada a graça de não dormir na rua.
    O quarto era á “moda antiga”, a cobertura era de barrotes toscos, entrecruzado com simples ripas, sobre as quais assentavam as telhas de barro à antiga. Maravilha de abrigo humilde, que a Graça de Deus nos tinha reservado, para pernoitar em tão deslumbrante Santuário…
    Logo á chegada, ao quarto, fixei uma pagela, dos Sagrados Corações de Jesus e Maria, com um pionés que encontrei no local, a um tosco barrote do telhado, por cima da humilde cama, onde já se encontravam fixados outros testemunhos … Com este gesto ligava, assim, o Santuário de Fátima ao deslumbrante e natural Santuário de Garabandal. Espiritualmente sentia, no meu coração, que foi neste espírito de missão que Deus me chamou ao Garabandal… «Ama e faz o que quiseres. Se calares, calarás com amor; se gritares, gritarás com amor; se corrigires, corrigirás com amor; se perdoares, perdoarás com amor. Se tiveres o amor enraizado em ti, nenhuma coisa senão o amor serão os teus frutos» (Santo Agostinho).
    Subimos á montanha Sagrada de Garabandal, até aos frondosos e abençoados pinheiros. Pela ingreme subida íamos progredindo na meditação dos mistérios da Paixão do Senhor. Fui colocando uma vela branca, com a pagela de Nossa Senhora, em cada estação da Via Sacra, e também junto do pinheiro no qual se encontra a pequena caixa de vidro com a imagem de Nossa Senhora do Carmo de Garabandal.
    Concluída a primeira parte da subida empreendemos a segunda, ou seja, desde os pinheiros, subimos até ao alto da Cruz azul e branca que marca o fim das estações representativas dos vinte Mistérios do Rosário: os quais rezamos em ação de Graças por Deus nos ter concedido estas benditas Aparições, tão benéficas para o nosso martirizado tempo.
    Vinha-me fortemente á ideia que iria encontrar um coração, obra da natureza, e que representaria a parte do Mistério da nossa Salvação que Deus nos revela em Garabandal. Verdadeiramente, qual surpresa, ao encontrar no chão uma pedra, de xisto azulada, tipo lascada, muito bem polida, em forma de coração. Esta teria uns cinco centímetros de diâmetro, e 5 milímetros de espessura e encimada com a representação, simbólica, da Chama de Amor… Era como se fosse uma “fatia” de um coração. Representação figurativa, da parte que nos falta conhecer no mistério da Salvação. Coloquei este coração junto da Cruz Alta… Quantas vezes eu me arrependi, posteriormente, por não a ter trazido comigo, e tirar uma fotografia como fiz com o “coração” que encontrei no Egito no mês de Abril anterior…
    Enquanto o povoado de Garabandal repousava, nesta tranquila noite, assim como eu e a minha esposa: o Senhor chamou-nos, a ambos, pelas quatro horas da madrugada. Acordei, levantámo-nos, com a intenção de ir, a esta mesma hora, aos pinheiros, rezar o Rosário.
    Estava tremendamente escuro como breu, era noite serrada. O céu estava muito nublado com núbeis muito espessas. Com o auxilio de duas velas, levadas de Fátima, conseguimos subir aos pinheiros, pelo caminho lateral.
    Estávamos já junto do pinheiro e não conseguíamos vê-lo devido a tão densa treva. Apenas víamos as luzes das nossas velas e o seu reflexo que se refletia no vidro da caixa onde se encontra a imagem de Nossa Senhora do Carmo de Garabandal.
    Ajoelhados junto do pinheiro, rezamos um terço. Iniciamos o segundo, o dos Mistérios Gozosos… A dado momento a noite desapareceu, como que por encantamento. A noite cedeu o lugar a um esplendoroso dia, que se nos apresentou misteriosamente.
    Minha esposa levantou-se imediatamente com medo daquilo que se nos apresentava a esta hora da madrugada. Tentei tranquiliza-la, mas sem resultado: continuava a caminhar apressadamente descendo para o povoado de Garabandal de onde tínhamos saído.
    Eu insistia, com a minha esposa, espera, espera, tem calma, calma.., mas sem resultado. Pois parecia-me que deveríamos aguardar e observar, com cuidado, o que estava a acontecer. Sabermos qual o motivo do milagre que estava a acontecer, na nossa presença. Para não deixar a minha esposa sozinha, na sua “fuga”, seguia-a atrás… mas seguindo-a, voltava-me para trás, para observar o quanto pudesse sobre o que acontecia.
    Sempre em andamento, continuamente olhando para trás, eis que o meu olhar vislumbrou: que sobre os pinheiros, provavelmente a uma altitude entre 100 e 150 metros, permanecia imóvel, como que, um maravilho Sol deslumbrante.
    Imediatamente reconheci que o fato de a noite, se ter transformado em dia, ou seja, a terrível escuridão da noite, ter cedido á esplendorosa luminosidade de um dia claro, se devia sem sombra de dúvida, a esse Sol que Deus nos providenciou sobre os pinheiros, àquela hora da madrugada… A Luz projetada sobre os pinheiros e outros objetos não provocava qualquer sombra; « Deus é Luz e n `Ele não há trevas» (1 Jo, 5)..
    Com muita dificuldade subimos a montanha, devido á grande escuridão da noite, mas Deus, enviando-nos esse Sol, e com Ele, providenciou-nos a Sua Luz para podermos descer dos pinheiros sem qualquer dificuldade.
    O efeito que o Sol dessa “madrugada”, fazia sobre o ambiente envolvente ao Garabandal, segundo aquilo que me apercebi, seguidamente, e em pouco tempo, foi o seguinte:
    O Sol era deslumbrante; podíamos vê-lo sem qualquer dificuldade ótica. Apesar da sua intensa luminosidade, não nos feria o olhar. A Sua Luz era projetada sobre: os pinheiros; todo o povoado de Garabandal, e região envolvente: pois nessa hora, desde os pinheiros podíamos ver todo o povoado e toda a sua região envolvente, até ao cume das montanhas que envolvem Garabandal.
    A Luz desse Sol, para além de se projetar sobre Garabandal e região envolvente, projetava-se igualmente sobre os céus de Garabandal. Com o auxilio dessa Luz víamos projetar-se nas núbeis essa luz: pois a noite estava terrivelmente escura e nublada, impedindo vermos qualquer luminosidade astral, que facilmente se pode ver em dias sem nuvens…
    A Luz projetada sobre as núbeis fazia um efeito de rara beleza. Víamos as núbeis com o Sol por baixo refletindo os Seus raios de baixo para cima e assim podíamos ver claramente que as núbeis, que antes eram marcadamente pretas, em profunda treva, passaram a ser deslumbrantemente branquinhas. Mais brancas que em dias muito nublados se viaja de avião por cima das núbeis em que também é notório o efeito do sol sobre elas, mas muito menos luminosas que as núbeis de Garabandal iluminadas, por esse Sol, de baixo para cima.
    Através das núbeis transformadas pelo efeito da Luminosidade do Sol que sob elas se projetava de baixo para cima, era possível ver, com alguma facilidade, a existência de Estrelas de cor semelhante ao Sol. Estas eram de tamanho seguramente cinco vezes maiores que as estrelas normais que podemos observar em noite límpidas.
    Estas estrelas, apesar de poderem ser vistas, não tinham qualquer luminosidade. Até nos deu a impressão que as estrelas, na presença de um deslumbrante Sol, perderam, ou cederam, a sua natural luminosidade, em favor da presença do deslumbrante Sol que, no momento, se nos apresentava. Até parece que as estrelas, na presença do astro Rei, se humilhavam, cedendo o seu próprio brilho, para que só a Luz deslumbrante deste Sol sobressaísse sobre toda a criação.
    A Luz projetada sobre a terra e os céus de Garabandal descrevia um grande circulo confinante com os picos das montanhas altas que envolvem a região de Garabandal: «Traçou um círculo à superfície das águas, onde a Luz confina com as trevas» (Jo 26, 10). O que me parece misterioso, no efeito que essa Luz produzia, sobre as núbeis tornadas brancas, é que a Luz que se projetava nas núbeis, sobrepunha-se somente sobre o povoado de Garabandal e sua região envolvente. Este circulo teria sensivelmente três ou quatro quilómetros de diâmetro. Penso que este espaço, se for analisado por um topógrafo, constatará que o centro do circulo, formado sobre a região de Garabandal, são os pinheiros… Portanto, por aquilo que me foi dado observar, os pinheiros são o centro, territorial, do Santuário de Garabandal…
    A brancura das núbeis brancas confinavam e terminavam, abruptamente, junto das núbeis pretas, em plenas trevas, existentes já antes do Sol aparecer. O Branco terminava imediatamente junto do preto: «A Luz confinava com as trevas». Pelas regras da natureza não é possível o preto impedir a expansão do branco, e vice versa, sem uma zona de transição: seria lógico que o branco fosse perdendo a sua brancura, assumindo a cor de cinzento até ao preto; e o preto das núbeis perdendo a sua negrura passando pelo cinzento até junto do branco. Não é possível, pelas leis da natureza, a existência do fogo imediatamente junto do gelo. Tem que haver sempre uma zona, temperada, de transição: entre o fogo e o gelo… Mas na questão da Luz e das trevas, que se apresentavam nos céus de Garabandal, parece-me ser representativa da confusão em que a Igreja se encontra quanto á aprovação destas enriquecedoras Aparições, para o nosso tempo…
    Descemos da montanha, seriam cerca de cinco horas e trinta minutos da madrugada, e sendo muito cedo para o pequeno almoço, voltamos a deitar-nos. Quando nos levantamos pelas sete horas da manhã, para nos prepararmos para tomar o pequenos almoço, estava, como de costume, ainda um pouco escuro. O Que quer dizer que o fenómeno da iluminação da noite, em Garabandal, havia terminado….
    O fenómeno terá durado aproximadamente uma hora. Este fenómeno foi , para mim, duma tão grande naturalidade que pensei que mais pessoas o terão presenciado…por esta razão, durante a peregrinação, não falei a ninguém sobre tal fenómeno…
    É curioso que no ano seguinte, fomos pela segunda vez a Garabandal, ao jantar reconhecemos um grupo de peregrinos que também haviam estado, na mesma peregrinação, do ano anterior. Contaram-nos, que a meio da noite, uma pessoa do grupo, foi á casa de banho e apercebeu-se que era dia. Ficou intrigado pensando que se deixara dormir. Chamou os amigos, que o acompanharam na peregrinação: constataram que a hora estava correta, mas indo ver á janela dos seus quartos, concluíram que algo de estranho acontecia. Segundo eles, algum tempo depois, o fenómeno terminou, e voltou a ficar tudo escuro. Viram a luminosidade emitida por este “Sol estranho”, mas não viram o Sol que emitia essa luz… Daí a sua perplexidade…
    Antes de partirmos para Portugal, eu e minha esposa, ainda rezamos um terço, a pé, por quase toda as ruas do povoado de Garabandal. Acreditamos que os pinheiros, o povoado, e toda a região envolvente são um majestoso Santuário. Pois Nassa Senhora, com as videntes, percorreram estas ruas, caminhos, e veredas centenas de vezes… trazendo a Paz aos vivos, a saúde aos doentes; e a esperança aos ente queridos dos que faleceram…
    Há muitos anos que desejávamos ir a Garabandal, mas sempre se proporcionava algo que nos fazia adiar essa misteriosa peregrinação. A maioria dos peregrinos, quando já regressávamos a Portugal, no autocarro, diziam: se pudéssemos voltaríamos já para traz e iriamos novamente; outros diziam que logo que houvesse nova peregrinação faziam questão de voltar. A satisfação, por ter participado nessa peregrinação, era geral.
    Quanto a mim me parecia que provavelmente nunca mais lá voltaria. Há tanto tempo que desejava fazer esta peregrinação. Estava concluída, sentia-me realizado. Parecia-me que os peregrinos exageravam na sua manifestação do desejo de voltar a Garabandal… Parecia-me que algo me lá tinha chamado, a realizar algo de importante, esse trabalho estava concluído, e com sucesso… . Como se eu fosse um Embaixador que foi enviado a realizar uma embaixada, em nome de Algem seu superior, e portando, o serviço estava concluído…
    Na terça feira seguinte, quando terminava o resumo das minhas anotações, no meu diário, sobre esta misteriosa peregrinação a Garabandal, refletindo sobre a questão do Sol que nos apareceu, nessa noite, senti no meu intimo como que se fosse um choque. Tive consciência clara, de que o “Sol”, que vimos e acabava de descrever, era o SINAL á tanto tempo predito, por Nossa Senhora, ás Videntes das Aparições de Garabandal…
    Na minha alma sentia um profundo remorso pelo fato de não ter observado esse fenómeno em profundidade, e cuidadosamente. Deus deu-nos um Sinal, do Seu SINAL, que virá no futuro, para testemunhar a veracidade destas Aparições… Aquilo que nos foi dado ver, era, em si próprio, uma grande realidade, mas ao mesmo tempo, uma poderosa profecia para um futuro provavelmente próximo….
    Nesse instante sentia-me destroçado. Se o Garabandal fosse a porta ao lodo deixaria tudo e regressaria rapidamente a esse lugar bendito… Mas o fenómeno estava concluído. Era grande a minha tristeza por não ter dado mais importância aos acontecimentos que acabo de descrever, e não os ter observado cuidadosamente:
    Meditando sobre tudo isto, abri as Mensagens da Verdadeira Vida em Deus, como sempre faço em circunstâncias semelhantes, e Nossa Senhora deu-me o seguinte conselho:
    «Muitos de vós vistes um grande número de sinais. Estes sinais deverão ser cuidadosamente observados: são os sinais do Fim dos Tempos. Não são os sinais do Fim do Mundo, são os sinais do fim de uma era. Jesus e Eu preparamos-vos a todos para entrar na Era de Amor e de Paz: os Novos Céus e a Nova Terra que há muito tempo vos foram prometidos. (AVVD 31/01/1990)
    Os Meus Sinais foram dados para que todos os homens compreendam que o Amor os não esqueceu, que o Amor Se não retirou para glorificar-Se sozinho, na Sua Glória. O Amor está no meio de vós e não vos deixa nunca. (AVVD 28/05/1987)

    Trabalho resumido em 11/04/2018
    Joaquim Brás Gomes

    Nota interpretativa:
    As videntes dizem que o SINAL sobre os céus de Grabandal pode:
    – Ser observado: pode;
    – Ser visto de longe: pode;
    – Ser filmado ou fotografado: pode;
    – mas não se lhe pode tocar: não pode.

    O SINAL não se lhe pode tocar por uma simples razão: ESTARÁ MUITO ALTO sobre os pinheiros.

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